sábado, 25 de março de 2017

Associação dos Agentes Penitenciários e Socioeducativo em ROTA DE COLISÃO com AGENTES PRISIONAIS em Montes Claros



O teatro político suplantado por um patriarca nos estabelecimentos prisionais é uma vergonha principalmente em Montes Claros. Em todo o ciclo de Gestão da Associação dos Agentes Prisionais, é a primeira vez na história que um PRESIDENTE se posiciona contra os Agentes Penitenciários.

Na atualidade a Associação dos Agentes Prisionais deveria pregar uma política coerente, mas, trilha uma vereda torta. O líder classista da AASPESEN não preocupa com quórum de filiados para manutenção de trabalho de classe que é árduo, e faz da entidade uma locomotiva de interesse próprio na região Norte.

Hoje não se vê projetos no SISTEMA PENITENCIÁRIO em favor motivacional para à carreira, pois, a falta de meritocracia caminha nossa instituição para um caos. Quando a ASSOCIAÇÃO devia combater o ASSÉDIO MORAL, PERSEGUIÇÕES, PROJETOS, ESCALA de 24x72, CENTRAL DE ESCOLTAS, SEMINÁRIOS e CURSOS DE CAPACITAÇÃO. O presidente da entidade dissemina o ódio fazendo ataques ao servidores penitenciários que respondem processo administrativo disciplinar PAD, quando deveria conferir apoio jurídico, representatividade e pacificação.

Obviamente, a maior entidade legítima de Minas Gerais o SINDASPMG está em defesa dos Agentes Prisionais atacados pelo senhor Drika Moura (PRESIDENTE DA AASPESEN-MG), que explicará na justiça os adjetivos levianos "são bandidos" apontado aos colegas, e sem ética ele não respeita a presunção da inocência, lamentável como o poder destrói o ser humano.

Enfim, esse presidente provavelmente é um capacho, isto é, deveria confrontar "cara a cara", mas, se esconde em redes sociais. Por isso, a ASSOCIAÇÃO está quase fechando as portas, ao invés de atender os interesses de classe, atende interesses de políticos que não são do sistema penitenciário.

Portanto, os "print" , abaixo comprovam que o senhor Presidente da AASPESENMG, quando deveria REPRESENTAR, entretanto, ele exerce atividades extras conflitantes com os cargos!

SINDASPMG  EM DEFESA DO AGENTE PRISIONAL










princípio da presunção da inocência (ou princípio da não-culpabilidade, segundo parte da doutrina jurídica) é um princípio jurídico de ordem constitucional, aplicado ao direito penal, que estabelece o estado de inocência como regra em relação ao acusado da prática de infração penal. Está previsto expressamento pelo artigo 5º, inciso LVII, da Constituição Federal, que preceitua que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". Isso significa dizer que somente após um processo concluído (aquele de cuja decisão condenatória não mais caiba recurso) em que se demonstre a culpabilidade do réu é que o Estado poderá aplicar uma pena ou sanção ao indivíduo condenado.
Em termos jurídicos, esse princípio se desdobra em duas vertentes: como regra de tratamento (no sentido de que o acusado deve ser tratado como inocente durante todo o decorrer do processo, do início ao trânsito em julgado da decisão final) e como regra probatória (no sentido de que o encargo de provar as acusações que pesarem sobre o acusado é inteiramente do acusador, não se admitindo que recaia sobre o indivíduo acusado o ônus de "provar a sua inocência", pois essa é a regra). Trata-se de uma garantia individual fundamental e inafastável, corolário lógico do Estado Democrático de Direito.


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