segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA RESOLVEM PARAR ATIVIDADES EM TODO O ESTADO DE MG

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Um ato histórico para os servidores da Segurança pública do Estado de Minas Gerais. Essa é a definição da mobilização que reuniu cerca de 10 mil servidores em passeata pelas ruas de Belo Horizonte nesta segunda-feira, 19/12/2016.
Ao lado do deputado Sargento Rodrigues, do deputado Federal Subtenente Gonzaga e dos presidentes das entidades de classe, de soldado a coronel, todos os servidores caminharam juntos do Clube dos Oficiais, no Bairro Prado, até a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), local em que decidiram por uma paralisação geral em manifesto ao PLP 257/2016, que tramita em Brasília, na Câmara dos Deputados.
A todo instante os servidores da segurança pública entoavam palavras de ordem como - “Se a PEC passar, a polícia vai parar!”; “paralisação já”; “oh, a polícia parou, a polícia parou!” - em resposta a ação dos Governadores de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB) e do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB) ao anunciarem um pacote de medidas para equilibrarem as contas dos Estados, medidas essas, denominadas pelos servidores como “pacote de maldades”, inseridas no PLP 257/2016, através dos artigos 14 e 22 da matéria que tramita na Câmara dos Deputados, em Brasília.
De acordo com o deputado Sargento Rodrigues, o PLP 257/2016 destrói a carreira dos servidores da segurança pública. “Esse projeto acaba com a aposentadoria aos 30 anos de serviço, aumenta a contribuição previdenciária de 11 para 14%, ele destrói toda a carreira dos policiais e bombeiros militares de todo o Brasil. Estamos falando de homens que, diariamente, colocam em risco suas vidas em defesa da população. Não é justo que carreiras tão importantes para a sociedade sejam destruídas dessa forma, por irresponsabilidade de gestores que não cuidaram do dinheiro público", afirmou.
Ao final da manifestação, por unanimidade, os servidores decidiram por uma paralisação geral, inclusive, os que estiverem de serviço responderão à chamada normalmente, mas ficarão aquartelados e não sairão às ruas.
Um novo ato foi marcado para o dia 20/12/2016, terça-feira, na praça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), às 10 horas.

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