sexta-feira, 30 de setembro de 2016

"PRINCÍPIO DE REBELIÃO CONTROLADO EM UBERLÂNDIA"

Resultado de imagem para foto do presidio jacy de assis

Vinte e cinco detentos do presídio professor Jacy de Assis, no bairro São Francisco, zona leste de Uberlândia, ficaram feridos, durante uma tentativa de rebelião na manhã desta sexta-feira (30). Segundo a Secretaria de Estado de  Administração Prisional (Seap), o motim teria começado por cerca de 120 presidiários que estavam no pátio para o banho de sol. Eles se recusaram a retornar para celas e atiraram pedaços de tijolos nos agentes penitenciários.
O Grupo de Intervenção Rápida do presídio conteve a ação dos detentos e a tropa de choque da Polícia Militar foi acionada para dar suporte ao trabalho dos agentes penitenciários.
Os detentos feridos durante a contenção foram atendidos no setor de saúde da própria unidade prisional. A direção do presídio instaurou uma investigação preliminar para apurar o ocorrido sob o aspecto administrativo e avaliar os danos ao patrimônio.

25 detentos do Jacy de Assis ficam feridos durante princípio de rebelião


Polícia Militar foi acionada para conter a rebelião (Foto: Renato Henriques)
Familiares ouviram gritos
Familiares de detentos estavam na porta do presídio para entrega de sacolas com alimentos aos presos, quando começaram os tumultos dentro da unidade prisional. Os familiares disseram ter ouvido vários gritos vindo de um dos blocos do presídio. “Por meia hora, os presos ficaram gritando de desespero. E a gente escutava tiro e bomba sem parar. Estamos com medo do que possa ter acontecido”, disse Verônica Santos Silva, mãe de um detento.
Até o início da tarde, dezenas de familiares ficaram na porta do presídio em busca de informação. Eles disseram ao CORREIO de Uberlândia que as causas do motim seriam supostas más condições oferecidas aos presos. “Tem bloco que já está há uma semana sem água”, disse um familiar, que preferiu não se identificar.
Para Ana Paula Teixeira, esposa de um dos presos, os familiares deveriam ter o direito de ter informação detalhada do que aconteceu. “Estamos todos apavorados. Ali dentro são pessoas, filhos e maridos nossos. Eles estão sendo todos maltratados, ficando sem água nesse calor. Ninguém merece isso”, disse

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