domingo, 3 de julho de 2016

DIRETOR GERAL PROÍBE AGENTES DE FREQUENTAREM EVENTOS DA CIDADE DE MANHUMIRIM, MG


O sindicato dos agentes penitenciários de Minas Gerais (SINDASP-MG) já se posicionou no apoio jurídico aos agentes de Manhumirim, em conversa com um dos diretores o Sr. Daniel, o mesmo informou que estão tomando medidas sobre o caso, protocolando os ofícios que estão em poder do Ministério Público na corregedoria, com pedido de Audiência Pública e uma notificação para o Sub secretário.
Em uma das denúncias assinada por vários agentes do Presídio de Manhumirim em desfavor do diretor geral, uma equipe da unidade prisional foi qualificada como equipe vergonhosa, pelo fato dos agentes de folga, nas festividades de carnaval, dançarem nas ruas da cidade, além de serem acusados pelo diretor de estarem consumindo bebidas e drogas ilícitas.
Os agentes indignados com o fato solicitaram ao diretor o boletim de ocorrência da Policia Militar que comprovasse tal absurdo.
Em parte do relatório assinado, o diretor afirma que os agentes deveriam agradecer por estarem trabalhando no sistema prisional, pois eram apenas contratados e com a crise, poderiam ser dispensados a qualquer momento facilmente e como eles não tem o vínculo de efetivo, não deveriam reivindicar nada na unidade.
Para completar o total desrespeito com a classe, o diretor exigiu que os agentes não frequentassem bares da cidade, e que não consumissem socialmente bebidas alcoólicas e caso queiram frequentar alguma festa, que os mesmo se direcionassem para outra cidade, para que não sejam identificados como agentes do presídio de Manhumirim e evitar que possíveis ações inconsequentes que por ventura pudessem ocorrer, viesse a manchar a imagem do presídio.
Relatos encaminhado ao Ministério Público e demais órgão da SEDS assinado pelos agentes envolvidos.
Em conversa com um dos agentes, todas as IPs, que são abertas na unidade, mesmo as que envolvam o diretor, é ele quem escolhe os membros de apuração da investigação preliminar, causando total inversão dos fatos e ineficiência na apuração dentro da unidade, além de muitos serem coagidos a fingir que “não viu” e “não ouviu” os acontecimentos de assédio moral.

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