terça-feira, 7 de junho de 2016

Juiz pede para não ter reajuste até que situação financeira do País ‘se estabilize’

Em ofício a Tribunal, Luiz Guilherme Marques, da Comarca de Juiz de Fora, em Minas, renuncia a reajuste aprovado na Câmara alegando ‘manifestação cidadã de vontade’; impacto no Judiciário e no Executivo será de pelo menos R$ 56 bilhões até 2019

luizguilherme

O juiz Luiz Guilherme Marques, da 2ª Vara Cível de Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais, se “rebelou” contra o aumento concedido ao Judiciário aprovado na Câmara dos Deputados na madrugada do dia 2 de junho. Ele pediu ao presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que não reajuste o seu salário, “até que se estabilize a situação financeira do País”.
O ofício, de três de junho, foi encaminhado à sede do Judiciário mineiro, em Belo Horizonte. No pedido o juiz Guilherme Marques ainda aponta que sua “manifestação cidadã de vontade” renunciando o reajuste vale até quando ele considerar que a situação econômica do País estiver estabilizada. A partir daí, explica, ele pedirá o reajuste, “mas sem pleitear o pagamento retroativo” dos meses que pediu para não receber o valor atualizado.
Estadao.

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