sábado, 15 de março de 2014

PARA ESTUPRADOR TEM QUE SER PENA DE MORTE!

Suspeito de estuprar bebê de 1 ano é agredido dentro de presídio no AP

Suspeito levou pauladas e chutes pelo corpo, mas não corre risco de morte.
Agressão ocorreu na tarde desta sexta-feira, 14, no Iapen, em Macapá.

John Pacheco Do G1 AP

Vítima levou pauladas na cabeça e chutes pelo corpo (Foto: Arquivo Pessoal) 
Homem levou pauladas na cabeça e chutes pelo
corpo (Foto: Arquivo Pessoal)
 
José Nilson dos Santos Sena, de 18 anos, preso no dia 12 de março suspeito de abusar sexualmente de um bebê de um ano e dois meses, foi atendido na tarde desta sexta-feira (14), no Hospital de Emergências (HE) de Macapá, com ferimentos na cabeça e pelo corpo. A direção do HE informou que ele recebeu alta depois de ter sido atendido.
A agressão ao preso teria sido cometida por outros detentos na cela onde o suspeito estava no Instituto de Administração Penitenciária (Iapen). De acordo com Emerson Silva, coordenador de tratamento penal, o suspeito levou pauladas e chutes de outros presos, "mas os agentes conseguiram intervir e retiraram o suspeito de lá".
No HE, o suspeito recebeu atendimento médico e teve a cabeça enfaixada. Também foram feitos curativos em partes do corpo do homem. Em seguida ele retornou para o Iapen.
Caso
José Nilson dos Santos Sena, de 18 anos, foi preso na noite de quarta-feira (12) suspeito de abusar sexualmente do enteado de 1 ano e 2 meses. Em declaração ao G1, ele alegou estar "possuído pela bebida" na noite de sexta-feira (7) em uma casa localizada no bairro Perpétuo Socorro, Zona Leste de Macapá, onde morava com a mãe do menino, uma adolescente de 17 anos. Ele disse que estava sozinho na residência cuidando do enteado quando começou a ingerir bebida alcoólica.
Em depoimento, a mãe disse que encontrou a criança chorando e com marcas de sangue nas costas e na perna por volta de 21h de sexta-feira (7). Ela levou o filho para o hospital no dia seguinte. Os médicos suspeitaram do estupro e a alertaram para denunciar o companheiro. Contudo, a denúncia só foi realizada cinco dias depois do episódio, quando a jovem levou novamente o filho para receber atendimento médico, explicou a delegada Elza Nogueira, que atendeu o caso.

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário


Os comentários postados pelos leitores deste blog correspondem a opinião e são responsabilidade dos respectivos comentaristas leitores e não correspondem, necessariamente, a opinião do autor deste blog.

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.